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O jornal @nytimes publicou hoje um levantamento sobre os brasileiros que habitam locais próximos a áreas de extração e que moram em relevos mais baixos do que o das barragens, podendo estar sujeitos a serem vítimas de desastres como o de Brumadinho. 
S√£o pelo menos 100 mil pessoas vivendo nestas condi√ß√Ķes. Do total, h√° 11 mil em √°reas de alto risco, pois residem a apenas 8 quil√īmetros das barragens, a mesma dist√Ęncia entre Brumadinho e a barragem da Vale que se rompeu.

O jornal contabilizou 87 minas em atividades que utilizam os mesmos m√©todos da Vale, pertencentes a diferentes empresas. Entre elas h√° opera√ß√Ķes da pr√≥pria Vale, Mosaic Fertilizantes P&K, CSN Minera√ß√£o, ArcelorMittal, Usiminas, Empresa de Minera√ß√£o e Artefatos de Cimento, Carbon√≠fera Catarinense, Minera√ß√£o Rio do Norte, entre outras.

A maioria delas est√° localizada no estado de Minas Gerais, mas h√° tamb√©m no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, S√£o Paulo, Goi√°s, Bahia e Par√°. ‚ÄúEsse tipo de projeto √© arriscado se for n√£o monitorado cuidadosamente e especialistas alertam que um colapso pode acontecer novamente em um pa√≠s onde nem o setor de minera√ß√£o nem os reguladores t√™m a situa√ß√£o sob controle‚ÄĚ, escreve o Times.  @isismedeiros_foto (Escrit√≥rios de ger√™ncia e comando na sede da VALE - Mina do Feij√£o - Brumadinho, MG) Esquina.net.br √© parceiro do @estadao
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#brumadinho #vale #mineração #meioambiente #desastre #lama
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O jornal @nytimes publicou hoje um levantamento sobre os brasileiros que habitam locais próximos a áreas de extração e que moram em relevos mais baixos do que o das barragens, podendo estar sujeitos a serem vítimas de desastres como o de Brumadinho.

A consultoria @cb_insights , que acompanha o desempenho de startups do mundo todo, listou as 50 empresas que devem passar a valer mais de US$ 1 bilhão neste ano e assim conquistarem o título de unicórnios. Três brasileiras baseadas em São Paulo aparecem na lista e se preparam para entrar para o grupo em que já figuram @voude99, @pagseguro e @nubank .

O curioso é que as três novatas listadas atuam no cenário urbano: duas em mobilidade e uma em mercado imobiliário. São elas: @cargoxbr, Grow Mobility e @quintoandar.com.br .

A CargoX, de transporte de carga, oferece um sistema semelhante ao dos apps que acionam motoristas pelo celular, s√≥ que, no caso dela, s√£o motoristas de caminh√£o. J√° a Grow Mobility √© fruto da rec√©m conclu√≠da fus√£o entre @yellow.us  e @grinbr. A Yellow foi criada por Ariel Lambrecht e Renato Freitas, fundadores da 99, que se tornou unic√≥rnio quando foi comprada pela gigante chinesa Didi Chuxing. A dupla se aliou ao ex-CEO da Caloi, Eduardo Musa, para implantar um sistema de bikes compartilhadas sem esta√ß√£o. A Grin operava patinetes el√©tricos no M√©xico, onde foi criada, al√©m de Col√īmbia e Chile. Juntas, devem impulsionar as op√ß√Ķes de micromobilidade em toda a Am√©rica do Sul.

Outra startup prestes a valer US$ 1 bilh√£o √© a Quinto Andar, que facilita a loca√ß√£o de apartamentos e casas ao eliminar burocracias e exig√™ncias, como a necessidade de fiador. Com isso, o tempo para fechar o contrato cai de 30 para 3 dias. A empresa, criada por Gabriel Braga e Andr√© Penha, triplicou de tamanho no ano passado e espera abocanhar uma fatia ainda maior do mercado de loca√ß√£o brasileiro, avaliado em R$ 200 bilh√Ķes.  @serjosoza Esquina.net.br √© parceiro do @estadao‚†Ä
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#brazil #brasil #s√£opaulo #startup #mobility #unicorns #realestate #innovation
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A consultoria @cb_insights , que acompanha o desempenho de startups do mundo todo, listou as 50 empresas que devem passar a valer mais de US$ 1 bilhão neste ano e assim conquistarem o título de unicórnios. Três brasileiras baseadas em São Paulo apare

Quem mora em S√£o Paulo certamente j√° passou por ali. Acu √© veneno, e essa ladeira fica bem pertinho do Anhangaba√ļ, o rio que acreditava-se ter √°guas venenosas, conta @paulajanoti .
Quem bebeu, morreu, dizia a canção. Só com a ajuda de São João as águas puderam ser limpas e voltarem a ser consumidas. E por isso a Ladeira do Acu tornou-se... a Avenida São João! ...
Reprodução /Debret Esquina.net.br é parceiro do @estadao⠀
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Quem mora em S√£o Paulo certamente j√° passou por ali. Acu √© veneno, e essa ladeira fica bem pertinho do Anhangaba√ļ, o rio que acreditava-se ter √°guas venenosas, conta @paulajanoti . "Quem bebeu, morreu", dizia a can√ß√£o. S√≥ com a ajuda de S√£o Jo√£o as √°

Temperaturas negativas parecidas com as do √Ārtico, que nesta semana atingiram -46 ¬įC em Chicago, extrapolaram as vendas de casacos premium para um p√ļblico muito mais amplo do que os amantes de esportes de inverno. Afinal, executivos, advogados, comerciantes, agentes do mercado financeiro, profissionais liberais, todos precisam encontrar uma roupa adequada para conseguir sair de casa. O v√≥rtice polar que atinge o Meio-Oeste dos Estados Unidos faz das jaquetas puffers um item de primeira necessidade e, ao mesmo tempo, s√≠mbolo de status. Os modelos de luxo chegam a custar R$ 12.000.

Como bem resumiu o vice-presidente da rede de lojas @bloomingdales , Brooke Jaffe: ‚ÄúPara muitas pessoas, especialmente em cidades como Nova York, seu casaco √© como se fosse seu carro. Precisa funcionar bem, mas tamb√©m precisa ser bonito‚ÄĚ. Duas marcas disputam o posto de Ferrari dos casacos, a francesa @moncler e a @canadagoose , ambas criadas nos anos 1950 e que dispararam em valor de mercado nos √ļltimos anos. A Moncler, que vendia 45 milh√Ķes de euros em 2003, passou a vender 489 milh√Ķes de euros em 2012, segundo a Reuters. A jaqueta mais em conta no site custa R$ 1.764, e as marcas j√° apostam em outros itens como cachec√≥is, t√™nis e mochilas, al√©m de a√ß√Ķes na Bolsa de Valores.

A tecnologia das roupas aliada ao marketing e à onda de baixas temperaturas transformaram os casacos premium em objeto de desejo. Mesmo custando caro, não são vistos como um gasto, mas como investimento estratégico na era das mudanças climáticas. ...⠀
@360chicago / @jonverhoeft Esquina.net.br é parceiro do @estadao⠀
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#polarvortex #polarvortex2019 #chicago #climatechange #moncler #canadagoose #pufferjacket #fashion
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Temperaturas negativas parecidas com as do √Ārtico, que nesta semana atingiram -46 ¬įC em Chicago, extrapolaram as vendas de casacos premium para um p√ļblico muito mais amplo do que os amantes de esportes de inverno. Afinal, executivos, advogados, comer

No ano passado, o @themuseumofmodernart deu outro passo importante para a difusão do Afrofuturismo ao realizar a primeira retrospectiva americana do escultor congolês Bodys Isek Kingelez, morto em 2015.⠀
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A mostra City Dreams trouxe parte da série de cidades africanas construídas por Kingelez com papelão reciclado, papel colorido e latas de Coca-Cola. ⠀
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O artista, que era tamb√©m arquiteto, nasceu em 1948, na regi√£o que √† √©poca era chamada de Congo Belga. Ganhou proje√ß√£o internacional a partir de 1960, quando a √°rea tornou-se independente da B√©lgica. E iniciou suas paisagens urbanas em 1992, dando ao primeiro trabalho o nome de Kimbembele-Ihunga em homenagem √† vila agr√≠cola onde ele cresceu. N√£o √† toa, suas cria√ß√Ķes lembram muito a Wakanda de @blackpanther, como falamos no √ļltimo post.‚†Ä
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Da Am√©rica √† √Āfrica do Sul da era do apartheid, as comunidades negras t√™m sido historicamente v√≠timas de segrega√ß√£o. Mas a onda de valoriza√ß√£o da cultura e do imagin√°rio negros parece impulsionar a busca pela reintegra√ß√£o e supera√ß√£o dessas dist√Ęncias simb√≥licas e f√≠sicas. ‚†Ä
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No ano passado, a artista e curadora negra Ingrid LaFleur disputou a eleição à prefeitura de Detroit defendendo uma plataforma Afrofuturista que pedia a regeneração da cidade, através da tecnologia aliada à preocupação social. Que venham muitos outros personagens reais e fictícios somar forças para transformar as desigualdades e dar novo sentido à diversidade entre continentes. Leia mais no site.⠀
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@themuseumofmodernart ⠀
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#afrofuturism #afrofuturismo #blackpanther #oscar2019 #panteranegra #architecture #africa #africancities⠀
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No ano passado, o @themuseumofmodernart deu outro passo importante para a difusão do Afrofuturismo ao realizar a primeira retrospectiva americana do escultor congolês Bodys Isek Kingelez, morto em 2015.⠀ ⠀ A mostra City Dreams trouxe parte da série d

O Afrofuturismo está com tudo e, se você ainda não sabe o que é isso, é só acompanhar a corrida ao Oscar. O arrasa-quarteirão @blackpanther, uma das maiores bilheterias de 2018 e inspirado no primeiro super-herói negro da @marvel dos anos 1960, é um dos indicados a melhor filme. Mas seu grande mérito vai muito além de levar ou não a estatueta.Por um lado, ele pode colocar fim à longa estiagem de atores, atrizes e diretores negros premiados por Hollywood.

Por outro, ultrapassa os limites do cinema e apresenta ao grande p√ļblico o conceito de Afrofuturismo, que vem dando novo significado e forma ao imagin√°rio urbano das cidades do continente.

Hannah Beachler, responsável pelo design da produção, categoria que também pode render um Oscar, disse que o Afrofuturismo foi sua maior fonte de inspiração para a cidade imaginária de Wakanda. 
Hannah, que √© negra, tamb√©m usou como refer√™ncias a arquitetura da iraniana Zaha Hadid (1950-2016), o Pal√°cio de Buckingham e as tradicionais cabanas sul-africanas com seus telhados c√īnicos de palha.O movimento √© muito anterior e mais amplo do as telas mostram. 
Nas palavras do escritor, cr√≠tico e curador Ekow Eshun (@the.afrofuturist) em texto ao site @dezeen , o Afrofuturismo reimagina a experi√™ncia negra atrav√©s da fus√£o de fic√ß√£o cient√≠fica, fantasia e hist√≥ria ‚ÄĒ por exemplo, recontando a hist√≥ria do com√©rcio transatl√Ęntico de escravos como abdu√ß√£o alien√≠gena. Continue lendo no site. @blackpanther Esquina.net.br √© parceiro do @estadao
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O Afrofuturismo está com tudo e, se você ainda não sabe o que é isso, é só acompanhar a corrida ao Oscar. O arrasa-quarteirão @blackpanther , uma das maiores bilheterias de 2018 e inspirado no primeiro super-herói negro da @marvel dos anos 1960, é um

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A democracia acontece nas cal√ßadas, escreve @renatomelhem. Afinal √© a p√© que as pessoas se encontram e vivem a cidade. Em S√£o Paulo, por exemplo, um ter√ßo da popula√ß√£o faz exclusivamente a p√© seu trajeto di√°rio de casa ao local de trabalho ou de estudo ‚Äď a este n√ļmero devemos somar os usu√°rios de transporte p√ļblico que andam nas cal√ßadas para acessar as linhas de √īnibus ou trem. 
Para melhorar as condi√ß√Ķes dessas importantes vias de passagem, a @spprefeitura criou a  Comiss√£o Permanente de Cal√ßadas. Ela mapeou os polos geradores de circula√ß√£o de pedestres, que s√£o os grandes equipamentos de presta√ß√£o de servi√ßos p√ļblicos e privados como escolas, hospitais, lojas e centros culturais, entre outros. 
Esses locais foram conectados entre si por meio de rotas de cal√ßadas padronizadas, interligados com o sistema de transporte p√ļblico. Foram incorporados ainda dados sobre os locais de acidentes feito pela Companhia de Engenharia de Tr√°fico, quantidade de cal√ßadas existentes em cada subprefeitura da SP Urbanismo e vias de maior circula√ß√£o de pedestres. 
Do cruzamento destes dados formou-se o maior plano de mobilidade a pé da história da cidade de São Paulo e que pretende melhorar, em médio prazo, contemplar os principais locais de circulação de pedestres de cada subprefeitura paulistana. Leia mais em esquina.net.br  @matheusbribeiro
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A democracia acontece nas calçadas, escreve @renatomelhem. Afinal é a pé que as pessoas se encontram e vivem a cidade. Em São Paulo, por exemplo, um terço da população faz exclusivamente a pé seu trajeto diário de casa ao local de trabalho ou de estu

O Brasil √© um pa√≠s de sorte. N√£o estamos na rota de furac√Ķes, nunca tivemos a costa invadida por tsunamis e, exceto por alguns tremores de baixa intensidade, n√£o sabemos o que √© um terremoto. N√£o temos vulc√Ķes em atividade, tampouco sofremos com nevascas. O regime de chuvas √© mais ou menos previs√≠vel e condizente com diversas culturas de esp√©cies vegetais. Nossas matas tamb√©m v√£o bem, historicamente marcadas pela diversidade e exuber√Ęncia. Parece que o maior vil√£o ambiental do pa√≠s √© mesmo a neglig√™ncia.

A trag√©dia ocorrida ontem em Brumadinho √© a reprise de um filme de terror ao qual assistimos com uma frequ√™ncia que vai se tornando mais assustadora do que o pr√≥prio roteiro. O desastre de Mariana, soterrado pela descaso antes, durante e depois do ocorrido, volta a ser assunto. Mas ser assunto √© pouco quando o que est√° em jogo s√£o vidas do presente e das gera√ß√Ķes futuras.

Os problemas se somam. Temos governantes e parlamentares que nunca priorizam programas de saneamento nem despolui√ß√£o e muitas vezes s√£o coniventes com o desmatamento, uma popula√ß√£o acostumada a ver sof√°s e pneus atirados em c√≥rregos como se esses objetos se desintegrassem no ar, ag√™ncias reguladoras incapazes fazer o que tem de ser feito, muitos servidores p√ļblicos bem intencionados trabalhando em condi√ß√Ķes prec√°rias de estrutura e or√ßamento, diversos √≥rg√£os de fiscaliza√ß√£o sem fiscais, casos de corrup√ß√£o em todos os governos e todas as esferas, al√©m de muitos empres√°rios que, por omiss√£o, gan√Ęncia ou falta de capacidade, passam por cima do bem comum. Outros Brumadinhos vir√£o a acontecer enquanto o Brasil se automutilar com lixo e neglig√™ncia. ...
 @osgemeos  Esquina.net.br é parceiro do @estadao Receba nossa newsletter
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O Brasil √© um pa√≠s de sorte. N√£o estamos na rota de furac√Ķes, nunca tivemos a costa invadida por tsunamis e, exceto por alguns tremores de baixa intensidade, n√£o sabemos o que √© um terremoto. N√£o temos vulc√Ķes em atividade, tampouco sofremos com neva

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No dia do anivers√°rio de S√£o Paulo, @_mari_barros_  coloca os paulistanos no div√£: como encaramos a cidade hoje e como moradores de outras cidades nos encaram?

A cidade que ganhou fama por s√≥ pensar em trabalhar ganhou novas tonalidades. √Č hoje o lugar de quem valoriza caminhar, pedalar, passear, conviver e vivenciar espa√ßos p√ļblicos. Se nos anos 1980 e 1990, o ideal de lazer paulistano era ir ao shopping de carro, hoje os centros de compras buscam alternativas para as vagas de estacionamento ociosas, enquanto as ruas se enchem do que temos de melhor: as pessoas.

Ciclovias, bicicletas compartilhadas, motoristas de aplicativo e agora patinetes mudaram a maneira como organizamos nossa rotina, que hoje pode ser mais prática, prazeirosa e saudável. O gosto pela corrida e o crossfit levaram milhares a se exercitar nas ruas, aproveitando canteiros de avenidas e escadarias para seu parkour particular. Nos finais de semana e feriados, vias de tráfego intenso viram local de passeio para adultos, idosos, crianças e pets. 
Talvez os paulistanos ainda ser considerados workaholics na comparação com a média de outras cidades brasileiras. Talvez. Mas a verdade é que, aos olhos do mundo, cada vez mais somos vistos como quem trabalha duro, mas sabe curtir a vida e aproveitar cada pequeno intervalo entre uma tarefa e outra. Aos 465, São Paulo mostra que é possível ser eficiente e produtiva sem ser mal humorada. Isso é envelhecer bem.

#SP465 #parabenssaopaulo #spcity #s√£opaulo #citylovers ...
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 @dadogaldierihilaea
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No dia do anivers√°rio de S√£o Paulo, @_mari_barros_ coloca os paulistanos no div√£: como encaramos a cidade hoje e como moradores de outras cidades nos encaram? A cidade que ganhou fama por s√≥ pensar em trabalhar ganhou novas tonalidades. √Č hoje o lu

Como as cidades têm impactado na evolução das espécies? E como a convivência entre humanos e animais deve ser encarada: com preocupação ou motivo de alegria? Para @leocoutinho_ , a presença de animais nas cidades é sinal de qualidade de vida urbana. 
Ele fala sobre rec√©m-lan√ßado livro Darwin Comes to Town, (Menno Schilthuizen, Ed. Quercus, R$ 16,35 livro eletr√īnico, 352 p√°gs., ainda sem tradu√ß√£o para o portugu√™s), que foi tema de reportagem do @guardian. Pesquisadores do mundo inteiro t√™m estudado a influ√™ncia urbana na evolu√ß√£o das esp√©cies. ‚ÄúUm conceito de urbanismo diz a que presen√ßa de crian√ßas e cachorros no espa√ßo p√ļblico √© atestado de √™xito. Dif√≠cil discordar. Mas eu incluiria uma meta padr√£o No√© para melhorar a vida nas cidades‚ÄĚ, escreve Coutinho.
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Como as cidades têm impactado na evolução das espécies? E como a convivência entre humanos e animais deve ser encarada: com preocupação ou motivo de alegria? Para @leocoutinho_ , a presença de animais nas cidades é sinal de qualidade de vida urbana.

Construir no centro √© apostar na diversidade de p√ļblico e de formatos, escreve o empres√°rio Andr√© Czitrom. O Centro n√£o √© apenas diverso, em termos culturais e sociais. Ele √© geograficamente extenso, sendo cada regi√£o dona de particularidades bem distintas. O ‚Äúbairrismo‚ÄĚ que sentimos na cidade como um todo tamb√©m se mostra presente dentro de um per√≠metro, imaginado aqui, entre as avenidas Pacaembu, Paulista, do Estado , e bairro da Liberdade. 
Desenvolver empreendimentos imobiliários na Vila Buarque, Consolação e Bela Vista nos mostrou que costumes, hábitos e preferências mudam de rua para rua. Eles afloram claramente no processo de preparo do terreno, em atividades com a comunidade do entorno, durante o lançamento do empreendimento, no relacionamento com os futuros moradores e na entrega do prédio.

Nossa experi√™ncia recente em produ√ß√£o de unidades residenciais de interesse social dentro do Minha Casa Minha Vida √© um bom exemplo acerca do comportamento multicultural do centro. Ao trazer este programa de habita√ß√£o √†s ruas Frei Caneca, Major Sert√≥rio, Amaral Gurgel e √† Av. 9 de Julho, n√≥s percebemos, desde o in√≠cio da ativa√ß√£o do local, que o p√ļblico interessado e futuros moradores seriam distintos em cada pr√©dio ‚Äď e, portanto, se mostraria tamb√©m um desafio a ser superado. 
Para nossa surpresa, por√©m, ‚Äúgente de todas as tribos‚ÄĚ decidiu morar no mesmo edif√≠cio. (continua em esquina.net.br)
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Construir no centro √© apostar na diversidade de p√ļblico e de formatos, escreve o empres√°rio Andr√© Czitrom. O Centro n√£o √© apenas diverso, em termos culturais e sociais. Ele √© geograficamente extenso, sendo cada regi√£o dona de particularidades bem dis

O prefeito @brunocovas (@rede45) conseguiu aprovar, no dia 26 de dezembro, a reforma da previdência dos servidores municipais. O projeto era considerado condição para reduzir o déficit que a cidade enfrenta. Segundo o próprio prefeito, se nada fosse feito, até o pagamento de salários estaria ameaçado nos próximos meses.

Covas tenta melhorar a situação financeira enquanto já lida com outra fatura: as apresentadas pelos apoiadores que garantiram a aprovação do projeto de reforma, escreve @_mari_barros_ . 
O primeiro desta fila é @vereador_adilson_amadeu (PTB), uma das principais lideranças de taxistas da cidade. Como recompensa por seu voto a favor, ele foi agraciado com um decreto assinado pelo prefeito no dia 4 de janeiro que reformula as regras para os serviços de motorista por aplicativo.

Em vez de ajudar os taxistas, o decreto atrapalha a vida dos motoristas que prestam serviço por aplicativo. Afinal caberá a eles (e não às empresas) cumprir a maior parte das novas exigências, como só atuar na cidade correspondente à placa do carro ou obter a licença batizada de Conduapp, em referência ao Condutáxi exigido aos taxistas.

Gigantes do setor como @uber_br , @voude99 e @cabify_brasil nem frota têm, quanto mais motoristas contratados. Não serão afetadas por placas ou licenças que cada profissional deva obter. No máximo, ajustarão o já inflado quadro de colaboradores. 
Cerca de 500 mil pessoas que dirigem para terceiros nestas plataformas e quase diariamente fazem corridas para Osasco, Guarulhos, ABC e tantos outros munic√≠pios. Se a rede de transporte p√ļblico atravessa essas fronteiras, por que aplicativos n√£o podem? Nem t√°xis cobram adicional quando o trajeto termina em outra cidade (at√© 2016, a taxa era de 50% do valor da corrida). ...
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O prefeito @brunocovas (@rede45 ) conseguiu aprovar, no dia 26 de dezembro, a reforma da previdência dos servidores municipais. O projeto era considerado condição para reduzir o déficit que a cidade enfrenta. Segundo o próprio prefeito, se nada fosse

A foto √© de Copenhagen, na Dinamarca. O pa√≠s gasta 16% do PIB para pagar sal√°rio de funcion√°rios p√ļblicos. Ser√° que isso √© muito? @eloyhso do @republica_org conta que no Brasil a propor√ß√£o √© de 10,5%. Ou seja, um d√©cimo da riqueza gerada no Brasil durante um ano √© usada para pagar a folha do servi√ßo p√ļblico. O 'X' da quest√£o n√£o √© o alto custo, mas se o dinheiro p√ļblico traz retorno a popula√ß√£o escreve. Os dinamarqueses, por exemplo, est√£o satisfeitos, pois t√™m boa presta√ß√£o de servi√ßos p√ļblicos. Praticamente 100% do sistema de sa√ļde dinamarqu√™s √© p√ļblico e de qualidade. No caso do Brasil, 50% do sistema de sa√ļde √© privado. Asim fica dif√≠cil explicar o peso do pagamento de sal√°rios na receita geral. ...
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A foto √© de Copenhagen, na Dinamarca. O pa√≠s gasta 16% do PIB para pagar sal√°rio de funcion√°rios p√ļblicos. Ser√° que isso √© muito? @eloyhso do @republica_org conta que no Brasil a propor√ß√£o √© de 10,5%. Ou seja, um d√©cimo da riqueza gerada no Brasil du

Seguimos nossa contagem regressiva para o fim de 2018 com os dez textos mais lidos do site ao longo do ano. √Č uma boa mostra de um ano cheio de boas hist√≥rias e de colabora√ß√Ķes incr√≠veis dos nossos colunistas, profissionais que lidam com o tema das cidades das maneiras mais diferentes. 
Na décima posição, Um parque sonhado para o terreno do Jockey Club de São Paulo, por @ricardo__cardim 
S√£o Paulo foi tr√™s cidades em um s√©culo, como sabiamente disse o professor Benedito Lima de Toledo em seu livro. Nessa din√Ęmica de ocupa√ß√£o sem respiro sobraram poucas √°reas livres e verdes na malha urbana da metr√≥pole. Um desses raros espa√ßos sobreviventes √© o enorme terreno do Jockey Club, na beira do finado Rio Pinheiros. Em sua √©poca de ouro, foi um espa√ßo muito apreciado pelos paulistanos, mas foi perdendo sua fun√ß√£o social ao longo das d√©cadas e quase desapareceu do cotidiano da popula√ß√£o. Hoje, segue entre possibilidades e o alto valor que seus metros quadrados prometem ao mercado imobili√°rio.

Esse terreno pode ser considerado uma oportunidade hist√≥rica e √ļnica para a metr√≥pole que n√£o soube crescer de forma sustent√°vel no s√©culo passado. Se n√£o deixarmos a chance passar, se o poder p√ļblico e o setor privado entenderem o potencial, podemos transformar aquele espa√ßo em um legado eterno para a metr√≥pole. E ainda agradar aos diferentes autores envolvidos.

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 Tiago Moreira / Estad√£o
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Seguimos nossa contagem regressiva para o fim de 2018 com os dez textos mais lidos do site ao longo do ano. √Č uma boa mostra de um ano cheio de boas hist√≥rias e de colabora√ß√Ķes incr√≠veis dos nossos colunistas, profissionais que lidam com o tema das c

Seguimos nossa contagem regressiva para o fim de 2018 com os dez textos mais lidos do site ao longo do ano. √Č uma boa mostra de um ano cheio de boas hist√≥rias e de colabora√ß√Ķes incr√≠veis dos nossos colunistas, profissionais que lidam com o tema das cidades das maneiras mais diferentes. ‚†Ä
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Na nona posi√ß√£o, Balne√°rio Cambori√ļ: sucesso ou cat√°strofe urbana? de @_anthonyling ‚†Ä
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Os edif√≠cios mais altos do Brasil n√£o est√£o sendo constru√≠das nas grandes metr√≥poles como S√£o Paulo ou Rio de Janeiro, mas em Balne√°rio Cambori√ļ. O edif√≠cio Millenium Palace, j√° inaugurado, tem 186 metros de altura, e a cidade assiste √† constru√ß√£o de mais dois edif√≠cios, Infinity Coast e Yatchouse, de 240 e 275 metros de altura, respectivamente. Como compara√ß√£o, o Mirante do Vale, edif√≠cio mais alto de S√£o Paulo, mede ‚Äúapenas‚ÄĚ 170 metros.‚†Ä
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Essa nova caracter√≠stica, que deu √† cidade do litoral de Santa Catarina o apelido de ‚ÄúDubai brasileira‚ÄĚ, tem sido alvo de controv√©rsias. Em janeiro, o Fant√°stico fez uma reportagem sobre a sombra projetada pelos grandes edif√≠cios na praia, praticamente bloqueando o sol para banhistas a partir do in√≠cio da tarde. A Prefeitura, no final do ano passado, apresentou um projeto ao BNDES para financiar a recupera√ß√£o da praia em R$200 milh√Ķes, valor que cobriria, principalmente, o alargamento da faixa de areia. A mat√©ria do Fant√°stico tamb√©m menciona o vento canalizado pelos pr√©dios na cal√ßada, efeito semelhante ao que acontece em cidades com ‚Äúparedes de concreto‚ÄĚ como Nova York.‚†Ä
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Veranistas de longa data da cidade alegam que os edif√≠cios ‚Äúestragaram Balne√°rio‚ÄĚ e que em breve n√£o ter√° √°gua suficiente para abastecer tanta gente.‚†Ä
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 Ricardo Freire / Estadão⠀
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Seguimos nossa contagem regressiva para o fim de 2018 com os dez textos mais lidos do site ao longo do ano. √Č uma boa mostra de um ano cheio de boas hist√≥rias e de colabora√ß√Ķes incr√≠veis dos nossos colunistas, profissionais que lidam com o tema das c

Iniciamos nossa contagem regressiva para o fim de 2018 com os dez textos mais lidos do site ao longo do ano. √Č uma boa mostra de um ano cheio de boas hist√≥rias e de colabora√ß√Ķes incr√≠veis dos nossos colunistas, profissionais que lidam com o tema das cidades das maneiras mais diferentes. 
Na oitava posição, O financiamento da cidade e o urbanismo social, de @carlos_leite_urbanista e José Apparecido Jr. 
O menino Brian, oito anos, comia uma coxa de frango com as m√£os sujas sentado numa pinguela de madeira que balan√ßava a cada dentada, amea√ßando cair sobre o c√≥rrego f√©tido onde ratazanas de tamanhos das pernas de Brian aguardavam ansiosamente pelos restos do frango. Enquanto isso, seus pais trabalhavam na sempre borbulhante rua 25 de Mar√ßo, centro de S√£o Paulo. Chegariam em casa (o barraco de madeira sobre o c√≥rrego) √†s 20h, ap√≥s uma pequena viagem de 20 km ‚ÄĒ dist√Ęncia do centro ao Jardim Lapena, favela na Zona Leste, onde ‚Äúmoram‚ÄĚ. Ali√°s, ali n√£o nem infraestrutura urbana, nem trabalho.

Na vida de Brian, √© poss√≠vel perguntar: por que as regi√Ķes mais centrais das cidades s√£o mais caras? E quem prov√™ as infraestruturas que s√£o t√£o importantes na vida das pessoas? As respostas s√£o h√° muito conhecidas: as regi√Ķes menos perif√©ricas s√£o mais caras justamente porque possuem melhor infraestrutura, que, em regra, e especialmente na Am√©rica Latina, √© provida pelo Estado, com recursos p√ļblicos escassos.

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 Freddie Collins / Unsplash
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Iniciamos nossa contagem regressiva para o fim de 2018 com os dez textos mais lidos do site ao longo do ano. √Č uma boa mostra de um ano cheio de boas hist√≥rias e de colabora√ß√Ķes incr√≠veis dos nossos colunistas, profissionais que lidam com o tema das

Seguimos nossa contagem regressiva para o fim de 2018 com os dez textos mais lidos do site ao longo do ano. √Č uma boa mostra de um ano cheio de boas hist√≥rias e de colabora√ß√Ķes incr√≠veis dos nossos colunistas, profissionais que lidam com o tema das cidades das maneiras mais diferentes. ‚†Ä
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Na s√©tima posi√ß√£o, Empresa cria ve√≠culo que se desloca sobre o tr√Ęnsito. A vontade de voar sobre o congestionamento ganhou uma nova interpreta√ß√£o da empresa Dahir Insaat: um equipamento que se eleva do solo e se desloca por trilhos instalados sobre as divis√≥rias das pistas.‚†Ä
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Chamado de ‚Äútransporte girosc√≥pico‚ÄĚ o modelo lembra um VLT (ve√≠culo leve sobre trilhos) que, em vez de trafegar rente ao ch√£o, se move sobre hastes de altura flex√≠vel, ocupando o espa√ßo que existe sobre os carros. Ele √© movido a energia solar, captada pelos pain√©is instalados na parte superior.‚†Ä
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O interior pode ser customizado de diferentes maneiras, assumindo a função de transporte de massa, com fileiras de poltronas, ou entretenimento, com restaurantes, bares e salas de cinema para viagens mais longas. Segundo a Dahir Insaat, que tem sede na Turquia, os veículos podem trafegar ao lado de pedestres e também desviar de pontes e viadutos.⠀
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 Dahir  Insaat⠀
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Iniciamos nossa contagem regressiva para o fim de 2018 com os dez textos mais lidos do site ao longo do ano. √Č uma boa mostra de um ano cheio de boas hist√≥rias e de colabora√ß√Ķes incr√≠veis dos nossos colunistas, profissionais que lidam com o tema das cidades das maneiras mais diferentes. 
Na sexta posi√ß√£o, Como foi criado o Piscin√£o de Ramos, que completa 16 anos. ‚ÄúO dia est√° maravilhoso, eu vou vestir o meu cal√ß√£o, curtindo esse sol gostoso, eu vou l√° pro Piscin√£o (‚Ķ)‚ÄĚ. Este trecho da m√ļsica do irreverente sambista Dicr√≥, morto em 2012, fez muito sucesso no Rio de Janeiro, no Brasil e com meu falecido av√ī, Proc√≥pio Gomes de Oliveira, engenheiro, que dava gargalhadas ao ouvir o jocoso √°lbum Dicr√≥ no Piscin√£o, lan√ßado em 2002 pela gravadora Universal Music e dispon√≠vel no Spotify, para quem tiver curiosidade de ouvir.

Homenageado em 10 de Junho de 2013, pela Lei n¬ļ 5.590, Carlos Roberto de Oliveira ‚Äď Dicr√≥ passou a ser o nome oficial do original Parque Ambiental da Praia de Ramos, que a popula√ß√£o carioca sempre chamou carinhosamente de Piscin√£o de Ramos. Hoje vou contar um pouco da hist√≥ria deste parque que √© ambiental, mas principalmente social, e no m√™s que vem completa 16 anos.

A Praia de Ramos era um ponto de encontro da população dos bairros de Ramos, Penha, Maré e Irajá, sendo muito frequentada até a década de 70. Mas com a crescente deterioração da qualidade das águas de Baía de Guanabara, esse espaço de lazer e cultura foi perdido, restando apenas água poluída, urubus e lixo.
Nos anos 2000, foram realizados os primeiros estudos e levantamentos para a sua recuperação com a ideia inicial de despoluir os canais de Ramos e dos Pescadores, que descarregavam seus dejetos nas duas pontas da praia.

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 Fabio Motta/ Estad√£o
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